terça-feira, 11 de novembro de 2014

Personagens que eu gostaria que tivessem seu próprio livro [Top 10 Terça]

Oi pessoal, estou de volta com essa coluna que é tudo de bom. Hoje eu vou falar de 10 personagens que deveriam ter um livro só para eles.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

10 livros que eu quero muito ler durante a primavera. [Top 10 Terça]

Oi pessoal! Outra terça com mais um Top 10. E dessa vez, eu vou falar de 10 livros que eu quero ler nessa primavera. Um detalhe antes de tudo: Em inglês esse top 10 é para estação do outono americano, mas como é um outono lá e primavera aqui, vale a primavera. Acabou aviso, vamos lá!
  1. A Desconstrução de Mara Dyer: Já virou leitura obrigatória de tão recomendado. Estou contando os dias para que o livro chegue e eu possa começar a ama-lo. Bom, pelo menos é o que eu espero.
  2. A Evolução de Mara Dyer: Nem comecei a ler o primeiro e já estou ansioso para ler o segundo, o que dizer desse livro que eu mal conheço e já considero pacas?
  3. Picta Mundi: Provavelmente você disse: OHHH MEU DEUS É PICTA MUNDI! E sim, é Picta Mundi! Estou louco para conhecer essa história que simplesmente promete!
  4. Todo Dia: Eu ia ler o livro nesse mês, mas resolvi deixa-lo para o próximo. Queria poder ler com bastante calma e concentração para tirar o melhor da história.
  5. O Futuro de Nós Dois: Eu devo admitir que não é bem o meu gênero favorito, mas eu achei a sinopse interessante, e amigos disseram gostar. Agora resta ver, se eu vou gostar também.
  6. Ratos: Esse é o livro que eu vejo falar ou bem ou mal. E da ultima vez que eu li um livro assim, acabei não gostando. Ratos parece ser bem denso e vai combinar bem com o mês do horror (que eu vou falar sobre depois)
  7. O Cão dos Baskerville: Li Um Estudo em Vermelho e fiquei apaixonado, agora quero ler mais um romance e ver se o mistério vai durar mais ou menos tempo nas mãos de Sherlock Holmes
  8. Vaclav & Lena: Paguei tão barato no livro que ele já se tornou completamente satisfatório. O livro vai ser uma leitura da qual eu não sei o que esperar.
  9. No Escuro: Outro livro que vai para o mês do horror e que parece ser o mais pesado de todos os outros livros.
  10. Em Busca de Wondla: É a leitura que estou menos ansioso, mas mesmo assim a história me interessa, e vou fazer leitura conjunta, então acho que vai ser divertido.
Então galera, esse foi o Top 10 Terça de hoje. Ainda há muitos livros para serem lidos nessa primavera, mas eu ainda não os comprei, então não aparecem aqui. Fiquem ligados porque todos os livros que eu citei vão ter resenha no blog. Abraços!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Autores que só li um livro e preciso ler mais. [Top 10 Terça]

Oi pessoal! Hoje eu resolvi fazer um estilo de post que eu achei sensacional. É o Top 10 Terça. É uma coluna criada pelo blog The Broke and the Bookish. Eu vi um desses posts no Blog Um papo entre páginas e pensei: Nossa eu tenho que fazer.
No blog tem o tema para cada terça e também todos os temas passados. Agora com tudo explicado, vamos fazer o post. O tema de hoje é: 10 autores que só li um livro e preciso ler mais!
  1. Ernest Cline: Mas eu EXIJO ler mais um livro dele. Vocês sabem (ou pelo menos deveriam saber) que Jogador Número 1 é um dos meus livros favoritos e é único livro dele. Por isso eu preciso de mais. Até onde eu sei ele está escrevendo um livro chamado Armada que está previsto para o ano que vem e eu estou me urinando.
  2. Ransom Riggs: O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares é um livro que além de ter um título gigantesco, é muuuuito daora. Por ter uma continuação eu necessito do próximo livro. A forma de usar fotos para compor a história é TUDO de bom, e eu com certeza quero mais.
  3. Arthur Conan Doyle: Eu já li Um Estudo em Vermelho e tenho outros livros do Sherlock Holmes na minha lista, mas a pilha está aumentando e estou adiando a leitura. Vi até outros livros dele na escola, mas ainda não peguei nenhum para ler.
  4. Rebecca Stead: Amanhã Você Vai Entender é um dos meus livros favoritos do ano e por isso quero Liar & Spy. Não foi publicado no Brasil, mas pela curiosidade eu leria até em inglês. Só falta tomar vergonha na cara e comprar.
  5. Eduardo Spohr: A Batalha do Apocalipse é aquele livro da minha estante que eu amo de todo o coração. Além disso acho que o autor é uma das pessoas mais bacanas que eu "conheço." Eu era amigo dele no Orkut e tudo hahaha (vai ser minha maior perda quando o serviço acabar). Agora preciso ler Filhos do Éden por motivos de: acho que vai ser maravilhoso.
  6. Bárbara Morais: Eu devo admitir que A Ilha do Dissidentes não foi tão bom, mas eu definitivamente quero ler a continuação. O rumo que a história pode tomar pode ser muito é do bom.
  7. Roald Dahl: A Fantástica Fábrica de Chocolates foi um livro bacana apesar de não trazer nada de novo por motivos de: filme. Pra quem não sabe, ele tem uma continuação que parece bem engraçada, onde Charlie viaja para o espaço no elevador de vidro. Além disso ele também escreveu Matilda que é um dos meus filmes favoritos de sempre.
  8. Neil Gaiman: Não foi bem um livro que eu li, mas mesmo assim eu quero mais. Os Livros da Magia se mostrou muito interessantes  e eu mais do que quero ler Sandman. Infelizmente por aquele preço... Mas ele ainda tem vários livros que eu quero ler também, enfim eu quero ler tudo.
  9. Patrick Ness: Bem, eu não li apenas 1 livro dele. Na verdade foram 2, mas ainda assim eu preciso e muito ler outros livros dele. Sério, depois da Trilogia Mundo em Caos, não tem como não querer ler TODOS os livros dele.
  10. Sally Green: Devo dizer que ainda não li um livro dela, mas como Half Bad é uma das minhas próximas leituras e é uma série, é inevitável que eu queria e precise ler mais.
E essa foi a lista pessoal! Eu ainda deixei outros autores de fora como David Levithan  que apesar de não ter lido eu acho que vou querer ler mais, mas ainda não posso confirmar. Ou Ray Bradbury que apesar de ter me decepcionado com Fahrenheit 451 eu ainda penso em ler mais. E vocês: Que autor você só leu um livro e está DOIDO para ler mais?

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Fahrenheit 451 - Resenha


A obra de Bradbury descreve um governo totalitário, num futuro incerto mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instaladas em suas casas ou em praças ao ar livre. O livro conta a história de Guy Montag, que no início tem prazer com sua profissão de bombeiro, cuja função nessa sociedade imune a incêndios é queimar livros e tudo que diga respeito à leitura. Quando Montag conhece Clarisse McClellan, uma menina de dezesseis anos que reflete sobre o mundo à sua volta e que o instiga a fazer o mesmo, ele percebe o quanto tem sido infeliz no seu relacionamento com a esposa, Mildred. Ele passa a se sentir incomodado com sua profissão e descontente com a autoridade e com os cidadãos. A partir daí, o protagonista tenta mudar a sociedade e encontrar sua felicidade.
Fahrenheit 451 estava entre os 3 livros distópicos clássicos que eu queria ler, porque é meu gênero favorito e porque eu acho uma leitura obrigatória. O problema de gostar tanto desse gênero e esperar tanto pelas histórias clássicas, é que eu superestimo e comparo, e isso é um erro tremendo no caso de Fahrenheit 451.
O livro consegue ser bom de forma geral e nos debates que gera, mas peca na estruturação do background. É falado de tudo um pouco, mas é um pouco que não me satisfez como distopia, onde eu prezo muito pelo governo colocado na sociedade (na verdade a forma de governo é brevemente citado). Outro ponto negativo ao livro é o fato de tudo ser breve demais, o livro na minha opinião passa e é escrito de forma tão rápida, que nada se aprofunda. É ótimo para quem quer uma leitura para a tarde, mas não para pessoas como eu que queria algo bem mais aprofundado, sem se comprometer.
Além disso ao narrativa apesar de ser em terceira pessoa e tão geral, se aprofunda muito nos pensamentos desnecessários do protagonista, isso cria um confusão na hora da leitura, onde em certos momentos coisas da realidade se misturam com sentimentos de Guy e você se encontra perdido de um parágrafo para outro. É como se tivesse, arrancado uma página do livro e você nem percebesse. Eu não teria nada contra ao que ele está pensando, mas em pouquíssimos momentos do livro você realmente sabe o que ele pensa sobre o que está acontecendo, você sabe que ele está nervoso, sabe que está irritado, mas nunca sabe o que ele pensa a respeito de muitas outras coisas.
O livro não é todo ruim porque até não seria tão bem avaliado por quem gosta. Ele trás um número enorme de debates para tão poucas páginas. Você questiona a existência de certos personagens, se questiona a respeito do que faria e etc. Afinal o livro tem um plot muito interessante, onde bombeiros incendeiam e principalmente uma sociedade onde livros são proibidos.
Aconselho a qualquer pessoa ler, mas sem muitas expectativas a aprofundamentos claros e sim nos debates posteriores, por isso:

Título: Fahrenheit 451 | Autor: Ray Bradbury | Editora: Globo livros | Páginas: 216

domingo, 24 de agosto de 2014

A Missão: A Pergunta e A Resposta - Resenha

Sinopse: Fugindo de um exército implacável, Todd levou Viola, desesperadamente ferida, para as mãos de seu pior inimigo, o prefeito Prentiss. Imediatamente separado de Viola e aprisionado, Todd é obrigado a se adaptar ao novo plano do prefeito. Mas quais segredos se escondem fora da cidade? E onde está Viola? Será que ela ainda está viva? E quem é a misteriosa A Resposta? Até que um dia, bombas começam a explodir...
O motivo foi um livro bom em vários aspectos, mas não me conquistou completamente (apesar de ter sido o primeiro livro que me fez chorar). Lendo a continuação eu posso dizer que a história mudou da água para o vinho e vou explicar o porquê.

sábado, 23 de agosto de 2014

Os Livros da Magia - Resenha


Timothy Hunter é um típico garoto de treze anos de idade que passa suas tardes assistindo à tevê e andando de skate. Mas ele é diferente de praticamente todos os outros adolescentes do planeta e está prestes a descobrir o porquê. Resumindo em uma palavra: magia. Tim não acredita nela, mas a magia certamente acredita nele – pelo menos o suficiente para que alguns praticantes já estejam planejando sua morte. Mas, pra sorte do garoto, ele também tem aliados nos planos sobrenaturais. Quatro dos maiores e mais misteriosos magos juraram protegê-lo e instruí-lo, e cada um deles está preparando uma jornada para demonstrar os perigos e as recompensas da magia
Essa história é conhecida entre os leitores por ter sido supostamente copiada por J.K. Rowling. Vou logo dizendo: não acredito que isso aconteceu e se acontece ela colocou tanta coisa nova na história que ficou praticamente irreconhecível. Resolvida essa besteirinha vamos voltar à resenha. 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Amazon inicia venda de livros físicos no Brasil.


A Amazon, a maior empresa de venda de livros dos EUA veio para o Brasil em 2012 e isso já é história velha. Só que agora eles resolveram derrubar todos os forninhos e trazer os livros físicos para o Brasil. Entenda tudo agora!

sábado, 16 de agosto de 2014

O Motivo - Resenha


Todd Hewitt é um garoto de doze anos, o último menino de Prentisstown, uma cidade de homens. Ele vive em um mundo cheio de "ruído" em que os pensamentos privados de todo homem e animal são audíveis. Em um mês ele estará com treze anos e será um homem. Mas a cidade está mantendo segredos para ele, segredos que vão forçá-lo a fugir do prefeito e dos homens de Prentisstown junto com seu cachorro e a primeira garota que ele já conheceu. A cada página, o leitor ficará cada vez mais ligado a Todd e Viola, com sua história de amizade, e sentirá afeição genuína por Manchee, cão e ajudante de Todd, cujo comportamento é hilário e comovente. Na sua essência, é uma história sobre um garoto forçado a crescer rapidamente em um mundo de ruínas em loucura e armado apenas com sua convicção de fazer a coisa certa para ajudá-lo a sobreviver. Todd vive em um mundo onde um germe matou todas as mulheres, um germe que deixou os homens loucos, o germe que significou o fim dos spackles quando a loucura dos homens colocou as mãos numa arma.
O livro pode ter um nome emblemático e uma capa não tão atrativa, mas digo que por trás de tudo isso há um livro bem escrito e surpreende. O livro é do gênero que eu mais que amo, distopia. Só que diferente de grande parte das distopias, que possuem um sociedade alternativa no suposto mesmo planeta, O Motivo é contado em um planeta diferente que se assemelha ao nosso. Isso revitaliza a leitura e traz um clima desconhecido e inesperado. A história lembra muito a da colonização americana e você vai notar isso até mesmo em um jogo histórico de palavras. 

Quanto ao desenvolvimento da leitura e dos personagens eu posso dizer que é ótima. Cada um dos personagens tem sua forma de afetar a narrativa e uma forma de serem importantes na história. Apesar de alguns momentos pensarmos, poxa vida esse personagem é um fardo, no fim vamos entender que Patrick Ness não se foca ao desnecessário. Gostaria de ressaltar algo que acho bem importante: A história é tensa, séria; você vai sentir o perigo e prepare-se porque há momentos realmente tristes, sério.
Lendo uma certa parte de O motivo

Quando eu comentei com amigos sobre a leitura disse: o livro é bom, mas normal. Mas Danilo, o que significa isso? Mesmo com todas suas qualidades o livro parecia não me satisfazer completamente, não me conquistando por completo e não sei o porquê, afinal como eu disse aqui ele é ótimo. Bom com aquele final*, por ser uma trilogia e possuir um segundo livro acredito que há grandes chances dessa história me dominar, mas por enquanto: 
* Aproveite que os dois primeiros livros são realmente muito baratos e compre ambos porque o final é de enlouquecer.
Título: O Motivo | Autor: Patrick Ness | Editora: Pandorga | Páginas: 447

terça-feira, 15 de julho de 2014

Harry Potter: 5 curiosidades

Oi pessoal, voltei para mostrar para vocês algumas curiosidades sobre o universo de Harry Potter. Mas eu não vou apenas copiar e colar as curiosidades, mas vou comentar. Além disso todas as curiosidades tem relação com a J.K Rowling.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

1984 - Resenha


Sinopse: Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que 'só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade - só o poder pelo poder, poder puro.'
1984 é aquele  livro que entra na seleta lista de leituras obrigatórias. É uma obra de importância sociológica ainda maior que outra grande obra de Orwell, A revolução dos bichos.

sábado, 5 de julho de 2014

Amanhã você vai entender - Resenha

Sinopse: A jovem Miranda Sinclair precisa desvendar um enigma na Nova York do final da década de 1970. Em Amanhã você vai entender, seu melhor amigo é agredido na rua, um estranho pode ter invadido a casa dela e uma série de bilhetes, que ela não compreende nem tampouco sabe quem escreve, alerta sobre a morte de alguém. Alguém que ela poderá ajudar a salvar. À medida que as mensagens chegam, Miranda percebe que quem as escreve sabe de detalhes de sua vida que ninguém deveria saber. E, conforme as peças do quebra-cabeça se encaixam, ela finalmente percebe que a resposta sempre esteve ali, bem em sua frente - mas o tempo é ardiloso: guarda hoje momentos que só amanhã você vai entender. Amanhã você vai entender, segundo livro de Rebecca Stead, recebeu a Medalha Newbery, prêmio da American Library Association destinado às mais importantes contribuições norte-americanas à literatura jovem.
O livro é narrado por Miranda, uma garota de 12 anos que tem uma vida normal. Recentemente sua mãe recebe finalmente o convite para participar de um programa de tv (que é bem parecido com o mega senha). Paralelamente há os acontecimentos da sinopse que você leu acima e tudo isso junto, forma uma das melhores histórias que eu li no mês de junho (e quem sabe, do ano).

sexta-feira, 4 de julho de 2014

O que espero da Ameça Invisível - Lista


Pra quem não sabe, o segundo livro da Trilogia do Anômalos já tem capa e sai neste ano, com estreia na bienal. Escrito por Bárbara Morais, a continuação de Ilha dos Dissidentes, vai se chamar A Ameça Invisível.
É nesse clima que vou deixar aqui minhas expectativas para o próximo livro. Gostaria de deixar claro também que essa post pode ter alguns spoilers para quem não leu o primeiro livro, então fique atento.
Vai planeta!!!

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares - Resenha


Sinopse: Tudo está à espera para ser descoberto em O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, um romance inesquecível que mistura ficção e fotografia em uma experiência de leitura emocionante. Nossa história começa com uma horrível tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo, por mais impossível que pareça, ainda podem estar vivas. Uma fantasia arrepiante, ilustrada com assombrosas fotografias de época, O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares vai deliciar adultos, adolescentes e qualquer um que goste de aventuras sombrias.
Esse livro é uma armadilha completa para pessoas que compram o livro pela capa e não leem resenhas (pessoas como eu), mas como eu fui por uma indicação, acabei não caindo em armadilha gigante (desculpa sociedade).

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Jogador Número 1 - Resenha


Sinopse: Cinco estranhos e uma coisa em comum: a caça ao tesouro. Achar as pistas nesta guerra definirá o destino da humanidade. Em um futuro não muito distante, as pessoas abriram mão da vida real para viver em uma plataforma chamada Oasis. Neste mundo distópico, pistas são deixadas pelo criador do programa e quem achá-las herdará toda a sua fortuna. Como a maior parte da humanidade, o jovem Wade Watts escapa de sua miséria em Oasis. Mas ter achado a primeira pista para o tesouro deixou sua vida bastante complicada. De repente, parece que o mundo inteiro acompanha seus passos, e outros competidores se juntam à caçada. Só ele sabe onde encontrar as outras pistas: filmes, séries e músicas de uma época que o mundo era um bom lugar para viver. Para Wade, o que resta é vencer – pois esta é a única chance de sobrevivência.
Esse blog tem esse nome graças a esse livro que na minha humilde opinião é um marco para qualquer pessoa que goste de "nerdices" em geral. Mas espera eu vou explicar isso direito.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Resenha: Godzilla


Demorei bastante para fazer essa resenha mesmo vendo 2 dias depois da estreia, mas mesmo assim, aqui estou.
Esse novo Godzilla é aquele tipo de filme que todos podem crer em uma coisa: não pode dar errado. Com a evolução na computação gráfica, uma necessidade de filmes cada vez mais colossais em emoções e etc.
O que torna Godzilla tão incrível, é a forma como eles pegaram o melhor dos filmes anteriores e adicionaram as proporções dignas do monstro. O maior erro que se comete é acreditar que o filme é unicamente sobre o monstro, pelo contrário, há outros monstros e o drama humano também. E não é um drama apenas de como a humanidade vai persistir, mas dramas  familiares, o que eu posso considerar que foi onde o filme pecou.
Um drama é essencial para tal filme, porque deixaria ele curto e vazio, mas a forma como é feita não criou convicção nenhuma (pelo menos para mim), o cachorro fugindo da onda foi mais importante que qualquer um dos protagonistas humanos.
Agora, o ponto alto do filme definitivamente foi a questão sonora. Não há foco em uma trilha de fundo com trama um tempo todo, há muito o uso do som do ambiente e os instrumentais vem na hora certa. Então você não vai ter uma trilha de fundo atrapalhando o rugido da criatura, nem nada do tipo.
Outra coisa que colabora e muito é a fotografia e efeitos especiais, que dão aquele toque especial no filme, que o faz ser o que é agora.
Em resumo posso dizer que em geral o filme é excelente, com uma ótima qualidade de som, mas um drama mal interpretado.
Nota: 4/5
Título: Godzilla | Duração: 123min | Direção: Gareth Edwards | Ano: 2014

sábado, 10 de maio de 2014

Resenha: The Tomorrow People


Eu me senti no filme "A espera de um milagre" assistindo essa série. Sabe quando você sabe que aquele anime, série, filme e etc no fim vai ser ruim, mas continua esperando que tenha algo bacana? Eu estava nessa situação, e aqui vem uma revelação: Em Tomorrow People a coisa não melhora!
Essa série tinha um certo potencial, mas faltava carisma em torno dos personagens, todos eles tinham seus pontos, suas singularidades, mas a questão é que parecia que os atores não conseguiam transparecer isso.
O que destrói fãs do gênero de superpoderes (como eu) é que faltava muita criatividade quanto ao uso e execução das habilidades paranormais, quando em certos momentos eles pareciam esquecer que tinham tais poderes.
Eu poderia falar de um milhão de erros nessa série, mas o que mais me desagradou foi a falta de boa direção de um episódio para o outro. Se um episódio foi intenso e com um ótimo desfecho para o próximo, o próximo vai te matar de sono e destruir tudo que o episódio anterior tentou fazer. Isso é frustrante porque a série nunca pega ritmo e nunca cria um climax bacana.
Posso elogiar a trilha sonora nos momentos de drama que é muito bem acertada e também a coreografia das lutas, que apesar de serem pouco criativas são bem exercidas e não chegam ser ruins.
O pior ponto de todos é o final. A série foi cancelada, mas isso não impede que o projeto volte, porém isso não justifica o final que ocultou o desfecho de meia dúzia de personagens, além de simplesmente ignorarem que certos personagens estão ligados a outros.
Bom, se eles investirem em uso mais criativo dos poderes, atuação e direção, a segunda temporada proposta pode ser excelente, mas essa temporada a única nota que eu posso dar (sendo generoso pelo pouco de diversão) é:
3/5

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Dica: Spotify


O Spotify é um serviço de streaming gratuito muito usado em várias partes do mundo, que agora está chegando no Brasil. Ele é muito popular por oferecer um gigantesco acervo de música (tem tanta música que algumas nem foram ouvidas se quer uma vez, sério) de forma totalmente gratuita. É por isso que grande parte dos usuário nunca compram o serviço premium..
Não há muito o que falar, você simplesmente entrar e começa a ouvir música. Para poder usar o serviço você tem que cadastrar o seu email e esperar um convite, já que o site não está em pleno funcionamento nas terras tupiniquins. Os convites não demoram muito, então entra lá e se cadastre.

sábado, 26 de abril de 2014

Dica: Crackle


O Crackle é um site de streaming que existe desde 2007, mas foi lançado oficialmente no Brasil em 2012. Desde o início eu sempre tive muita esperança no serviço por ser uma opção gratuita, algo raro. Minha grande aposta sempre foi que ele tivesse a programação do Animax inclusa em seu catálogo, já que ficou "prometido" no site do Animax Brasil que ele se tornaria um site de streaming de animes. 
Bom o Animax teve sua programação inclusa no Crackle, mas apenas nos EUA e Canadá, e isso foi 2 meses antes de sua chegada ao Brasil. Em 2013 o Crackle atingiu no Brasil 1 milhão e meio de usuários.
Então, por que estou dando a dica desse site? Porque ele é um serviço que apesar de ter um catálogo pequeno, tem filmes diversificados, já apostou em conteúdo original e oferece animações como Death Note, e até mesmo o clássico As aventuras de Jackie Chan. Mas o que me fez mesmo escrever esse post, foi ver que foi adicionado no site a série Sherlock, que é aclamada pelo público e com áudio original. Isso é um grande passo, afinal durante muito tempo o serviço continha mais conteúdo para entusiastas.
Eu poderia fazer um post gigantesco, dando a vocês motivos para acessar e dar uma oportunidade, mas eu deixo uma pequena mensagem: O que falta para o Crackle trazer mais conteúdo para o Brasil é ter mais usuários, não só utilizando, mas também dando feedback. Mostrando que tem um público interessado e fazendo seus olhos se virarem para nós.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Alguns pequenos esclarecimentos a respeito do blog

Oi! Como todos sabem (ou pelo menos deveriam saber), o meu blog era pra tratar "nerdices" em geral, falando sobre filmes, séries, hq's, mangás e livros, porém para conseguir trazer todo esse conteúdo para o blog eu precisaria de material. Infelizmente eu tenho um problema maldito para conseguir manter o estoque de produtos enquanto eu consigo o dinheiro, ou até mesmo esperar meus outros mangás chegarem para comprar o resto. Com isso, fiquei sem comprar os volumes restantes de Deadman Wonderland, sem Os Livros da Magia e A Piada mortal, sendo que todos seriam resenhados com mais rapidez. 
Por problemas de agenda, não pude ir também na 3ª Turnê Intrínseca. o que também foi uma perda terrível para mim e para o blog.Outro problema é minha atual falta de espaço no computador, me restando apenas menos de 10GB, então estou dependente de serviços de streaming para conseguir algum material para resenhas, dicas e etc.
Mas pessoal, isso vai passar! Esse foi o mês do meu aniversário e recebi alguns presentes, fiz algumas compras extras para dar uma complementada e um projeto novo pode estar vindo para também complementar. Se puderem e quiserem, podem dar umas sugestões.

domingo, 6 de abril de 2014

Resenha: O Circo da Noite


Sob suas tendas listradas de preto e branco uma experiência única está prestes a ser revelada: um banquete para os sentidos, um lugar no qual é possível se perder em um Labirinto de Nuvens, vagar por um exuberante Jardim de Gelo, assistir maravilhado a uma contorcionista tatuada se dobrar até caber em uma pequena caixa de vidro ou deixar-se envolver pelos deliciosos aromas de caramelo e canela que pairam no ar. Por trás de todos os truques e encantos, porém, uma feroz competição está em andamento: um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, treinados desde a infância para participar de um duelo ao qual apenas um deles sobreviverá. À medida que o circo viaja pelo mundo, as façanhas de magia ganham novos e fantásticos contornos. Celia e Marco, porém, encaram tudo como uma maravilhosa parceria. Inocentes, mergulham de cabeça num amor profundo, mágico e apaixonado, que faz as luzes cintilarem e o ambiente esquentar cada vez que suas mãos se tocam. Mas o jogo tem que continuar, e o destino de todos os envolvidos, do extraordinário elenco circense à plateia, está, assim como os acrobatas acima deles, na corda bamba.
Quando se vê avaliações desse livro percebe-se que ou você ama ou você odeia e foi isso que me chamou a atenção. Já que o livro estava custando 9,90 pensei: por que não?
A minha primeira decepção foi com a forma que o livro chegou. Estava com um pequeno rasgado na lombada e amassadinhos nas pontas. Mesmo eu pagando menos de 10 reais pelo livro, ainda é decepcionante receber ele assim. Tirando esses problemas, posso dizer que em resto o trabalho do livro é bem feito, com uma diagramação muito boa e páginas que remetem bem os aspectos do livro. A capa também possui um efeito que lembra um pouco a parte de baixo de um CD e uma textura diferente na mão e circo da capa.



Partindo para história posso dizer que ela começa muito bem, transportando o leitor de forma digna ao clima do livro. Entre alguns capítulos, o circo é descrito como se fosse você lá dentro, o que é sempre muito bom. Outro ponto bem positivo é que a descrição do livro, feita em terceira pessoa, totalmente focada no estímulo dos sentidos do leitor. Cheiro, cores, sentimentos... tudo com riquezas de detalhes. O circo é uma grande atração, tendo tendas surreais e futuristas.
Quanto aos personagens, posso dizer que cada um tem um traços e aspecto especial, que fazem eles combinarem com a excentricidade do circo. Cada personagem é responsável por um detalhe da atração, que para Chandresh (idealizador do circo) tinha que ser perfeita. O livro conta com um grande números de personagens, que até mais da metade do livro são bem desenvolvidos e tendo participação importante na trama. Infelizmente, com a necessidade de desenvolver o duelo, parte desses personagens foram sumindo aos poucos, até não aparecerem mesmo. Como a sinopse diz, tem um jogo mortal, no qual o circo é a arena. O grande problema desse duelo é que ele não é explicado, deixando o leitor no escuro durante grande parte da narrativa.
O romance criado pela a autora, foi tão jogado e exagerado que eu posso dizer que não criou química, de repente eles estão perdidamente apaixonados um pelo outro. Essa paixão repentina é tão duvidosa, que até o último segundo você espera uma traição de uma das partes.
Dentro da trama principal, é contada a história de Bailey, um garoto comum que um dia vai ao circo e se encanta por ele, se posso dizer de uma forma simplificada. A história dele é contada em um período diferente e vai se desenvolvendo até que no final do livro
Os mestres responsáveis por jogarem os aprendizes no duelo, tem métodos bem diferentes e personalidades diferentes. Próspero, o pai de Celia, é extremamente abusivo, não se importando com a filha desde o início, a tratando como um simples objeto. Já o Homem de Terno Cinza, passa um sentimento mais afetuoso, apesar de estar sempre distante. É um mestre bem sábio e meu favorito, apesar de eu ter sempre torcido pela vitória da Celia.
O que posso dizer sobre o livro é que tem um trama interessante, bem descrita, mas acabou se perdendo em um desafio mal desenvolvido pela autora e por um romance extremamente forçado.
Título: O Circo da Noite | Autora: Erin Morgenstern | Editora: Intrínseca | Páginas: 368
Nota: 3/5

segunda-feira, 17 de março de 2014

Resenha: A Ilha dos Dissidentes

Sinopse: Ser levada para uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.
Quando comprei esse livro já estava esperando uma decepção, mas precisava conhecer a distopia da Bárbara. Na verdade essa foi minha primeira leitura distópia e com o bônus de ser brasileira. Mesmo não lendo muitas distopias eu tenho um carinho imenso pelo gênero e lamento muito sua atual banalização.
Quando Sybil começa a comentar sobre o acidente, nos perdemos por causa do navio em que ela estava, o Titanic III. Não quero ser chato, mas apesar desse nome trazer um certo humor em consideração a história que já conhecemos, sinceramente acho que ela poderia ter dado outro nome ao navio e, já havia um opção para isso, ao invés de dar esse nome que torna a tragédia mais cômica do que séria. Isso é uma coisa pessoal que tive que comentar.
Enquanto Sybil vai falando, eu percebo outra coisa que me deixa um pouco... intrigado. Enquanto ela fala algumas coisas em diminutivo, em forma simples, em outros momentos ela fala certas palavras que são um tanto quanto complicadas, desconhecidas e/ou regionais. O texto não precisa ser pobre, mas não precisa ser escrito como se a garota, verificasse as palavras no dicionário de sinônimos antes de falar.
Depois que ela descobre que é uma anômala, o que é uma descoberta até que bem tranquila, é encaminhada para sua nova vida e ai que chega a parte não tão legal. Primeiro que quando Sybil chega a sua nova cidade, ela reclama do nome. Durante todo o livro somos apresentados a nomes que não são tão legais, ou que, não são legais mesmo, só que a protagonista gosta de fazer criticas a essas escolhas. Os nomes já não são muito legais e autora faz questão de praticamente parar a história para ficar falando disso. Outra coisas que me frustra um pouco na Sybil é como ela parece renegar a vida que ela tinha Kali, raramente fala de amigos, só manda carta para uma pessoa e nunca a vi falando como desejaria sua atual situação para o povo de lá. Além disso, ela tem muitos pensamentos suicidas, por pedir a morte em momentos críticos, como se a vida dela não importasse.
Se a protagonista não me agrada, todos os outros são muito interessantes, Tomás, Andrei, Leon, Ava etc. São personagens bem definidos, seguros e com personalidade. Dentre todos, o meu favorito é Leon, por ser bem inteligente, tem uma porção de segredos e é bem forte.
Como é uma distopia, eu não podia de deixar de falar da sociedade do livro, que é apesar de ser avançada em certos termos, tem uma sentimento preconceituoso até que bem vivo. A guerra entre União e Império do Sol é pouco explorada e nem sempre parece desestabilizar toda a sociedade, mas é difícil dizer, porque vemos muito mais de Pandora.
A partir da segunda parte do livro, a história dá uma guinada boa e tudo fica mais rápido e elétrico, o que foi muito bom para compensar a primeira parte. Além disso, começamos a sair do mundinho perfeito de Sybil e vemos o outro lado da moeda. O final do livro me traz um pouco de obviedade e espero de todo o coração que o que eu estou pensando e o que deu a entender, não aconteça, porque seria uma grande decepção. Aliás isso é uma característica, muito comum do livro. As coisa tem uma certa obviedade e os personagens não são muito inteligentes para uma dedução rápida, o que me frustra bastante. Em certos momentos Leon, o personagem dito como inteligente e genial, não é realmente tudo o que se diz. É que as vezes os personagens são tão burrinhos, que um pouquinho de raciocínio de Leon já é o bastante para torna-lo um L.
É uma historia que agradou muita gente, mas ainda não me convenceu totalmente. Bárbara tem que resolver o problema de descrição dos personagens, que ás vezes costuma se feita aos poucos, e em partes bem avançadas do livro. Então não se assuste quando Sybil falar que uma pessoa se parece com ela, sem você fazer ideia de como ela seja. Mesmo com esses problemas de descrever personagens, as cenas consegue se formar com bastante facilidade na minha mente, o que não é tão fácil.
É um livro que não pode se exigir muito, e não fazer comparações. Não acredite tanto na força da personagem e quem sabe não esperar ser tão surpreendido no final, que parece ter sindo um pouco forçado.
Título: A Ilha dos dissidentes | Autora: Bárbara Morais | Editora: Gutenberg | Páginas: 303
Nota: 3/5
Aqui vou deixar umas considerações do livro que tem spoilers. Eles vão estar em letra branca, então se você não se importa com spoilers é só selecionar e ler.
A segunda parte que eu disse, se refere a invasão a ilha dos dissidentes. E nessa é que apresentado o novo poder de Sybil. Foi simplesmente maravilhosa a forma que a cena é contada e digo que foi um dos grandes momentos do livro, apesar de ser pouco trabalhada.
Um coisa que me irritou muito na apresentação de Andrei, foi a forma que ele enviou um bilhete escrito: bem-vinda ao inferno. Isso criou uma grande expectativa, só que no fim, foi apenas mais uma das piadas de mau gosto de Andrei.
Fenrir é Lucius Malfoy.
Uma outra coisa que a autora fez e me chateou um pouco, foi a explicação sobre a religião na sociedade retratada. Eu não sou religioso, mas fiquei muito frustrado com a forma que ela tratou a religião no livro. Primeiro que foi numa parte que demonstrou um certo desrespeito as crenças de uma personagem. A autora praticamente tentou convencer o leitor a deixar a religião. Não gostei nada daquela parte. 

domingo, 16 de março de 2014

Opinião: Box Diário de um Banana (1 a 6)


Quando eu li o primeiro livro de Diário de um Banana eu estava na sexta série e fiquei completamente apaixonado. Era um diário de um garoto, com problemas de garoto e humor de garoto, deixando para trás todo aquele conceito que livro de diário tem que ser para menininha. Greg era um cara bacana com ideias legais e brincadeiras inocentes (ou quase). 5 anos depois, meu irmão também se apaixona pela mesma história e eu aproveitei para ler a coleção.
Se naquela época eu me identificava com Greg, hoje não é mais assim. Com o tempo percebemos que Greg não é aquele cara que bacana, inteligente, que "como você" é excluído por não ser digamos: fútil. Depois de ler todos os 6 primeiros livros, fica bastante claro que Greg é um banana mesmo, pouco legal e inteligente. Não consegue conservar suas amizades, usando (eles) ele como um boneco para conseguir a popularidade, o que ao meu ver não aproxima o leitor, ou ás vezes pela idade, corrompe.
Se o protagonista é (detestável) chato, posso dizer que todos os secundários se mostram engraçados, cheios de destaque, inteligentes e memoráveis. Rodrick se tornou meu personagem favorito por ser totalmente adolescente e irmão mais velho. É perfeita a forma como o personagem é retratado na adolescência, mostrando uma fase a qual quase todos passam.
Os pais do garoto servem completamente os desejos do filho mais novo, o que particularmente me irrita muito. Os personagens não são perfeitos, cada um tem os seus problemas os deixando cada vez mais humanos. Entre todos os, a mais bondosa e correta foi a mãe, que mesmo mimando o filho mais novo, sempre tenta conseguir o melhor para todos da família.
A coleção conseguiu ter um começo fabuloso, mas no terceiro livro as coisas desandaram, parece que o ritmo sumiu e não havia mais aquela pegada engraçada. É um mal que quase toda saga tem, um livro que simplesmente não agrada. Quando eu pensei que o ritmo havia morrido cheguei ao quinto volume e posso dizer que foi maravilhoso. É um livro que trouxe um personagem mais maduro, real, um livro que pode ser lido até pelos mais velhos. Se você for ler tem que pensar na sua filosofia, do contrário não tira o total proveito dele.
A série praticamente não possui continuidade, se aparece um personagem no final do terceiro livro, ele rapidamente some no quarto. Se Greg amadurece no quinto, volta a ser criança no sexto. Eu sei que é um diário com contos sem compromisso, mas a forma como as coisas que acontecem no livro anterior são rapidamente dissolvidas no próximo, deixando a tudo se muita ligação. Isso me faz pensar que A Verdade Nua e Crua devia ter sido lançado mais a frente, para que não ficássemos dando falta de sua maturidade no resto da série.
Os 4 primeiros livros foram adaptados em 3 filmes que mesmo não tendo muita fidelidade aos livros, em muitos momentos conseguiu corrigir ou dar uma outra visão a história. Isso acontece principalmente com terceiro filme que corrige todos os problemas do terceiro e quarto volumes. Se você leu os livros, ou pretende ler e ainda não viu os filmes, eu recomendo mesmo.
Em conclusão posso dizer que é uma saga boa, mas é inegável a minha decepção quanto ao Greg, ritmo e objetivos. É uma coleção bonita em termos físicos, principalmente quando se compra os livros em capa dura. A editora foi muito competente, mas como em qualquer livro, não podemos julga-lo pela capa e nunca esperar sermos agradados em toda a série.

terça-feira, 11 de março de 2014

Metas 2014: Séries

  1. A meta mais fácil de cumprir, afinal a série tem poucos episódios;
  2. Completei a primeira temporada e agora preciso ver o resto, antes que os spoilers aumentem;
  3. Adiei tanto que agora virou um problema grande, vai ser uma das últimas metas a ser cumprida;
  4. Essa série é aquela que tem uma temporada um digamos, calma e em seu final explode a cabeça do telespectador. Vi uns episódios da primeira temporada, então agora é só continuar.