segunda-feira, 17 de março de 2014

Resenha: A Ilha dos Dissidentes

Sinopse: Ser levada para uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.
Quando comprei esse livro já estava esperando uma decepção, mas precisava conhecer a distopia da Bárbara. Na verdade essa foi minha primeira leitura distópia e com o bônus de ser brasileira. Mesmo não lendo muitas distopias eu tenho um carinho imenso pelo gênero e lamento muito sua atual banalização.
Quando Sybil começa a comentar sobre o acidente, nos perdemos por causa do navio em que ela estava, o Titanic III. Não quero ser chato, mas apesar desse nome trazer um certo humor em consideração a história que já conhecemos, sinceramente acho que ela poderia ter dado outro nome ao navio e, já havia um opção para isso, ao invés de dar esse nome que torna a tragédia mais cômica do que séria. Isso é uma coisa pessoal que tive que comentar.
Enquanto Sybil vai falando, eu percebo outra coisa que me deixa um pouco... intrigado. Enquanto ela fala algumas coisas em diminutivo, em forma simples, em outros momentos ela fala certas palavras que são um tanto quanto complicadas, desconhecidas e/ou regionais. O texto não precisa ser pobre, mas não precisa ser escrito como se a garota, verificasse as palavras no dicionário de sinônimos antes de falar.
Depois que ela descobre que é uma anômala, o que é uma descoberta até que bem tranquila, é encaminhada para sua nova vida e ai que chega a parte não tão legal. Primeiro que quando Sybil chega a sua nova cidade, ela reclama do nome. Durante todo o livro somos apresentados a nomes que não são tão legais, ou que, não são legais mesmo, só que a protagonista gosta de fazer criticas a essas escolhas. Os nomes já não são muito legais e autora faz questão de praticamente parar a história para ficar falando disso. Outra coisas que me frustra um pouco na Sybil é como ela parece renegar a vida que ela tinha Kali, raramente fala de amigos, só manda carta para uma pessoa e nunca a vi falando como desejaria sua atual situação para o povo de lá. Além disso, ela tem muitos pensamentos suicidas, por pedir a morte em momentos críticos, como se a vida dela não importasse.
Se a protagonista não me agrada, todos os outros são muito interessantes, Tomás, Andrei, Leon, Ava etc. São personagens bem definidos, seguros e com personalidade. Dentre todos, o meu favorito é Leon, por ser bem inteligente, tem uma porção de segredos e é bem forte.
Como é uma distopia, eu não podia de deixar de falar da sociedade do livro, que é apesar de ser avançada em certos termos, tem uma sentimento preconceituoso até que bem vivo. A guerra entre União e Império do Sol é pouco explorada e nem sempre parece desestabilizar toda a sociedade, mas é difícil dizer, porque vemos muito mais de Pandora.
A partir da segunda parte do livro, a história dá uma guinada boa e tudo fica mais rápido e elétrico, o que foi muito bom para compensar a primeira parte. Além disso, começamos a sair do mundinho perfeito de Sybil e vemos o outro lado da moeda. O final do livro me traz um pouco de obviedade e espero de todo o coração que o que eu estou pensando e o que deu a entender, não aconteça, porque seria uma grande decepção. Aliás isso é uma característica, muito comum do livro. As coisa tem uma certa obviedade e os personagens não são muito inteligentes para uma dedução rápida, o que me frustra bastante. Em certos momentos Leon, o personagem dito como inteligente e genial, não é realmente tudo o que se diz. É que as vezes os personagens são tão burrinhos, que um pouquinho de raciocínio de Leon já é o bastante para torna-lo um L.
É uma historia que agradou muita gente, mas ainda não me convenceu totalmente. Bárbara tem que resolver o problema de descrição dos personagens, que ás vezes costuma se feita aos poucos, e em partes bem avançadas do livro. Então não se assuste quando Sybil falar que uma pessoa se parece com ela, sem você fazer ideia de como ela seja. Mesmo com esses problemas de descrever personagens, as cenas consegue se formar com bastante facilidade na minha mente, o que não é tão fácil.
É um livro que não pode se exigir muito, e não fazer comparações. Não acredite tanto na força da personagem e quem sabe não esperar ser tão surpreendido no final, que parece ter sindo um pouco forçado.
Título: A Ilha dos dissidentes | Autora: Bárbara Morais | Editora: Gutenberg | Páginas: 303
Nota: 3/5
Aqui vou deixar umas considerações do livro que tem spoilers. Eles vão estar em letra branca, então se você não se importa com spoilers é só selecionar e ler.
A segunda parte que eu disse, se refere a invasão a ilha dos dissidentes. E nessa é que apresentado o novo poder de Sybil. Foi simplesmente maravilhosa a forma que a cena é contada e digo que foi um dos grandes momentos do livro, apesar de ser pouco trabalhada.
Um coisa que me irritou muito na apresentação de Andrei, foi a forma que ele enviou um bilhete escrito: bem-vinda ao inferno. Isso criou uma grande expectativa, só que no fim, foi apenas mais uma das piadas de mau gosto de Andrei.
Fenrir é Lucius Malfoy.
Uma outra coisa que a autora fez e me chateou um pouco, foi a explicação sobre a religião na sociedade retratada. Eu não sou religioso, mas fiquei muito frustrado com a forma que ela tratou a religião no livro. Primeiro que foi numa parte que demonstrou um certo desrespeito as crenças de uma personagem. A autora praticamente tentou convencer o leitor a deixar a religião. Não gostei nada daquela parte. 

domingo, 16 de março de 2014

Opinião: Box Diário de um Banana (1 a 6)


Quando eu li o primeiro livro de Diário de um Banana eu estava na sexta série e fiquei completamente apaixonado. Era um diário de um garoto, com problemas de garoto e humor de garoto, deixando para trás todo aquele conceito que livro de diário tem que ser para menininha. Greg era um cara bacana com ideias legais e brincadeiras inocentes (ou quase). 5 anos depois, meu irmão também se apaixona pela mesma história e eu aproveitei para ler a coleção.
Se naquela época eu me identificava com Greg, hoje não é mais assim. Com o tempo percebemos que Greg não é aquele cara que bacana, inteligente, que "como você" é excluído por não ser digamos: fútil. Depois de ler todos os 6 primeiros livros, fica bastante claro que Greg é um banana mesmo, pouco legal e inteligente. Não consegue conservar suas amizades, usando (eles) ele como um boneco para conseguir a popularidade, o que ao meu ver não aproxima o leitor, ou ás vezes pela idade, corrompe.
Se o protagonista é (detestável) chato, posso dizer que todos os secundários se mostram engraçados, cheios de destaque, inteligentes e memoráveis. Rodrick se tornou meu personagem favorito por ser totalmente adolescente e irmão mais velho. É perfeita a forma como o personagem é retratado na adolescência, mostrando uma fase a qual quase todos passam.
Os pais do garoto servem completamente os desejos do filho mais novo, o que particularmente me irrita muito. Os personagens não são perfeitos, cada um tem os seus problemas os deixando cada vez mais humanos. Entre todos os, a mais bondosa e correta foi a mãe, que mesmo mimando o filho mais novo, sempre tenta conseguir o melhor para todos da família.
A coleção conseguiu ter um começo fabuloso, mas no terceiro livro as coisas desandaram, parece que o ritmo sumiu e não havia mais aquela pegada engraçada. É um mal que quase toda saga tem, um livro que simplesmente não agrada. Quando eu pensei que o ritmo havia morrido cheguei ao quinto volume e posso dizer que foi maravilhoso. É um livro que trouxe um personagem mais maduro, real, um livro que pode ser lido até pelos mais velhos. Se você for ler tem que pensar na sua filosofia, do contrário não tira o total proveito dele.
A série praticamente não possui continuidade, se aparece um personagem no final do terceiro livro, ele rapidamente some no quarto. Se Greg amadurece no quinto, volta a ser criança no sexto. Eu sei que é um diário com contos sem compromisso, mas a forma como as coisas que acontecem no livro anterior são rapidamente dissolvidas no próximo, deixando a tudo se muita ligação. Isso me faz pensar que A Verdade Nua e Crua devia ter sido lançado mais a frente, para que não ficássemos dando falta de sua maturidade no resto da série.
Os 4 primeiros livros foram adaptados em 3 filmes que mesmo não tendo muita fidelidade aos livros, em muitos momentos conseguiu corrigir ou dar uma outra visão a história. Isso acontece principalmente com terceiro filme que corrige todos os problemas do terceiro e quarto volumes. Se você leu os livros, ou pretende ler e ainda não viu os filmes, eu recomendo mesmo.
Em conclusão posso dizer que é uma saga boa, mas é inegável a minha decepção quanto ao Greg, ritmo e objetivos. É uma coleção bonita em termos físicos, principalmente quando se compra os livros em capa dura. A editora foi muito competente, mas como em qualquer livro, não podemos julga-lo pela capa e nunca esperar sermos agradados em toda a série.

terça-feira, 11 de março de 2014

Metas 2014: Séries

  1. A meta mais fácil de cumprir, afinal a série tem poucos episódios;
  2. Completei a primeira temporada e agora preciso ver o resto, antes que os spoilers aumentem;
  3. Adiei tanto que agora virou um problema grande, vai ser uma das últimas metas a ser cumprida;
  4. Essa série é aquela que tem uma temporada um digamos, calma e em seu final explode a cabeça do telespectador. Vi uns episódios da primeira temporada, então agora é só continuar.


Diário de Um Banana - Casa dos Horrores

Sinopse: Mais uma vez, Greg Heffley entrou numa fria. Melhor dizendo: numa gelada. O muro da escola foi pichado e ele é o principal suspeito. Mas Greg é inocente... ou quase isso. A polícia está atrás dele, porém uma nevasca inesperada impede os Heffley de sair de casa. Greg ganha tempo, mas sabe que, quando o gelo derreter, terá de encarar a dura realidade. Pensando bem, talvez seja muito melhor passar o resto da vida atrás das grades do que preso com a família dentro de casa durante todo o inverno.
No quinto livro acompanhamos a maturidade de Greg e no sexto perdemos ela de vista, é assim que posso definir esse Casa dos Horrores. O livro começa contando como é a vida da família às vésperas do Natal e alguns dos novos problemas de sua escola. Tudo isso logicamente dando uma introdução para o que vai acontecer em um futuro próximo. Greg novamente está desesperado por dinheiro por causa de uma ideia inocente de sua mãe. Outro ponto abordado no livro é  a escola de Greg, que além de todos os problemas que já indica, se mostrou bastante manipuladora.
O livro demora um pouco para colocar finalmente o conflito na história se desenvolvendo muito próximo do final. A leitura não fica cansativa, mas um pouco mais demorada do que devia realmente ser.
Os personagens não se destacaram tanto nesse livro, deixando todo o protagonismo para Greg. O único novo personagem na história não estava realmente vivo, mas conseguiu deixar Greg arrepiada.
Nesse volume a história correu bem, só que não acompanhou as mudanças do último volume. Se naquele observamos maturidade e mudanças, nesse voltamos praticamente ao zero. Os personagens perderam o destaque mas o autor conseguiu fazer Greg carregar bem a história.
Título: Diário de um Banana -  Casa dos Horrores | Autor: Jeff Kinney | Editora: V&R | Páginas: 218
Nota: 3/5

Resenha: Díario de um Banana - A verdade nua e crua


Sinopse: Greg é um garoto comum, de 11 anos, que vai à escola e enfrenta os desafios da pré-adolescência como milhões de outros. O que o torna tão especial é a vontade dividir essas experiências com todo mundo, para o caso de tornar-se rico e famoso quando crescer. E é por isso que ele escreve um diário... digo, um Livro de Memórias. No quinto volume da série, nosso herói Greg Heffley, o Garoto Banana, se vê diante de novos desafios e vai ter de se superar para dar conta de todos! Logo ele, que sempre teve tanta pressa para crescer, começa a se questionar se vale mesmo a pena ingressar tão rápido no “mundo adulto”. De uma hora para outra, ele tem de encarar as tão desejadas – e temidas – festas para garotos e garotas, o aumento das responsabilidades em casa e na escola e – horror dos horrores – as mudanças em seu próprio corpo. Para completar, dessa vez a briga com Rowley, seu melhor amigo, foi mesmo feia, e Greg terá de enfrentar sozinho a “verdade nua e crua”...
De longe esse é o livro que traz um ponto de maior maturidade de toda a série (até o momento o volume 6). Por mais que o livro conte as aventuras nonsense de Greg, ele mostra com competência como a mudança para a fase adulta é bem mais complicada do que parece. Greg aos seus 11 anos já começa a perceber transformações no corpo (ou a falta delas), as responsabilidades aumentando, sobre sua futura aparência e ter suas primeiras conversas sobre transformações que vem com essa idade. Outro ponto bem positivo nessa história é que Greg não observa essa necessidade de responsabilidade apenas em seu cotidiano, mas com o da sua mãe também, que depois que voltou a estudar ganhou novas responsabilidades, que a impediram de estar sempre presente na casa. 
O ponto negativo desse livro para mim, foi a idade do Greg que eu sinto que não bateu tão diretamente com todas as transformações em sua vida.
Como sempre comento de personagens, não poderia deixar de falar de Isabella, a nova empregada preguiçosa. Ainda que muito engraçada aparece diretamente poucas vezes, e quando aparece não faz muita coisa, mas isso é uma característica da própria personagem.
Posso considerar esse um dos meus livros favoritos da série e da vida, por tratar um tema tão bom de forma tão natural. Apesar de eu estar com quase 17 anos, em breve vou estar na faculdade e na maioridade e esse livro conseguiu fazer me fazer lembrar das responsabilidades e me identificar com os problemas dessa fase. Um livro sobre as confusões de garoto e um livro sobre a maturidade, juntos em um só.
Título: Diário de um Banana - A Verdade Nua e Crua | Autor: Jeff Kinney | Editora: V&R | Páginas: 224
Nota: 5/5


sábado, 8 de março de 2014

Resenha: Detroit Metal City

 Sinopse: Soichi Negishi é um rapaz tranquilo e pacifista que sonha um dia formar uma banda de pop sueco e cantar músicas alegres e românticas. Porém, por razões desconhecidas, ele acaba se tornando o vocalista e guitarrista da Detroit Metal City, uma banda de death metal que está ganhando um grande destaque no meio musical no Japão por conta de seus shows agressivos, músicas pesadas e letras recheadas de ódio e "rape". Negishi odeia sua vida como Krauser II e os shows violentos e, logo, sua dupla personalidade começa a se chocar, complicando muito sua vida.
Aqui vai o meu aviso: se você tem menos de 14 nos e vem para o meu blog para ver posts de Diário de Um Banana peço que não veja esse anime. Obrigado!
Uau que anime! Se você curte rock, animes e humor negro, já posso dizer que esse anime é pra você. Com uma infinidade de esteriótipos engraçados, um dos melhores protagonistas que eu já vi e as situações mais surreais, reais e engraçadas do mundo, esse anime conquistou um bom espaço na minha memória.
Detroit Metal City tem integrantes malucos mesmo. A produtora que é completamente louca e não consegue formar uma frase sem um palavrão. Além disso, mesmo o DMC sendo uma banda de sucesso, ela tenta forçar Negishi a deixar aquela vida pop e se dedicar inteiramente ao rock. Outro integrante é o Porco Capitalista, um cara velho, masoquista que apanha durante todos os shows, para divertir os fãs. Além do baterista que tem o melhor francês que vocês vão ouvir! Sério, vocês tem que ouvir. Quase todos os personagens são engraçados e aqueles que não são, contribuem de alguma forma para que alguma situação fique cômica. Isso inclui até mesmo os fãs da banda, que idolatram absolutamente TUDO que Krauser faz. Isso fica claro no segundo episódio do anime que eles inventam nomes para cada movimento do astro como técnicas de luta.
O romance nesse anime é coisa que mais frusta os personagens, principalmente Negishi. Ele conhece uma garota que assim como ele ama pop sueco, todas as músicas dele e até parece ter um interesse amoroso. Porém ela repudia totalmente o DMC, agindo em certos momentos quase como uma fanática religiosa. Só que como Negishi é o Krauser a banda sempre está presente na sua vida, destruindo todas as suas amizades de garoto do pop.
A trilha sonora também é muito boa em seus dois estilos (hahahaha) havendo a oposição perfeita entre uma a outra. Como ele compões suas musicas pop, sua produtora está sempre roubando suas letras apaixonadas e a transformando em algo que não sei como definir. Não existe amizade entre o pop e rock, nem mesmo na tentativa do episódio 4.

Apesar de não ter profundidade de história, de personagens e etc, ele satiriza bastante o fanatismo exagerado de pessoas que curte o metal, mostrando fãs apaixonados/cegos por uma banda que tem o vocalista de algo que é totalmente o oposto do estilo deles. Tudo é completamente exagerado, o nome das músicas, o Porco Capitalista, e todas as polêmicas envolvendo a vida de Krauzer.
O anime mantém o humor até o final mesmo, não há perda de ritmo. Os episódios também são curtos com uma média de 13 minutos, o que não justifica falta de tempo para ver. É um dos meu animes favoritos e não importa quantas palavras eu coloque nesse post eu nunca vou explicar a grandeza dele. E aqui eu lanço um desafio/corrente: Se você ver esse anime, gostar e/ou rir muito com ele passe para 3 amigos esse post e comente aqui embaixo o que você achou, uma frase favorita e etc. Bom show!
Título: Detroit Metal City | Ano: 2008 | Número de episódios: 12 | Duração: Aprox. 13min
Nota: 5/5

sexta-feira, 7 de março de 2014

Resenha: Díario de um Banana - Dias de Cão

Férias de verão – o tempo está lindo, e toda a garotada está se divertindo ao ar livre. Onde está Greg Heffley? Dentro de sua casa, jogando videogame com as cortinas fechadas. Greg, um “caseiro” assumido, está vivendo sua derradeira fantasia de verão: nada de responsabilidades e regras. Mas sua mãe tem uma visão diferente para um verão ideal… muitas atividades fora de casa e “união de família”. Qual ponto de vista vai ganhar? Ou será que uma nova aquisição para a família Heffley pode mudar tudo?
Eu sei que vocês estão cansados de ver resenha dessa série aqui, mas estou esperando minhas encomendas chegarem, então aguentem por uma boa causa.
Depois de um terceiro livro morno, Jeff Kinney escreveu livro um quente, até porque é contado durante as férias de verão (que engraçado Danilo, parabains). O livro, diferente do terceiro, tem uma boa base de história, um motivo real para Greg entrar em todos aqueles problemas. Agora ele tem que pagar por tudo que pegou no clube junto com Rowley e para isso precisa encontrar emprego. O livro está bem mais engraçado que o último, trazendo momentos tão bons que dá vontade de ler aquela parte de novo.
A participação de todos os personagens está memorável porém houve um desperdício de uma personagem a Trista que serviu apenas para incluir Greg na clube e depois sumir. Não sei quanto a vocês, mas não gosto muito disso.
Durante esses livros, posso dizer também que Greg se afasta cada vez mais de um cara que o leitor vai gostar. Em certos momentos Greg é tão convencido, egoísta e burro que ficamos felizes quando ele simplesmente se dá mal. Além disso o único personagem que entra na história é Chuchu que nem fez muita diferença.
Em consideração a tudo isso digo que esse livro conseguiu se recuperar do terceiro livro, achei que depois dele as coisas mudaram um pouco e parece que estamos conhecendo um Greg mais chato do que o comum.
Título: Diário de um Banana - Dias de Cão | Autor: Jeff Kinney | Editora: V&R | Páginas: 218
Nota: 4/5

quinta-feira, 6 de março de 2014

Resenha: Frankenstein - Entre Anjos e Demônios


Quando eu resolvi acompanhar meu irmão mais novo nesse filme eu tinha o objetivo de resenha-lo. Só que fiquei muito na dúvida se deveria mesmo fazer essa resenha (tanto que passou uma semana engavetada) porque sinceramente, que filme ruim. Então aqui não vai ter opiniões muito boas (eufemismo).
O filme começa com uma introdução rápida e digo até mesmo necessária, uma coisas que me fez pensar que esse filme seria bem frenético. Depois disso já tivemos a primeira cena de luta que foi boa de ver de começo e pronto, só isso e então somos apresentados aos anjos, que são na verdade gárgulas (ok). Quando ele é levado até o primeiro diálogo de explicação, já vemos que as coisas começam a desandar. O personagem é mal humorado, egoísta, um anti-herói, que rejeita seu criador e sua existência, enfim... Quando chega Leonore, a mulher gárgula/anjo ela consegue trazer uma das piores coisas de todo o filme. Como eu disse o Frankenstein é um personagem com características para o tornar um personagem durão, então esperamos que ele tenha um nome que acompanhe essas características. Como a gárgula líder é uma boa "pessoa" ela resolve colocar um nome na criatura. O nome escolhido foi Adam e o Adam aceita o nome com total tranquilidade. Nada contra ele escolher tal nome, até porque levar o nome de seu criador como todos fazem vai contra sua filosofia, mas aceitar um nome tão genérico, sem força e até sem criatividade como esse é de irritar.
Outra coisa irritante é que mesmo o filme fazendo a mistura de ciência e religião, nem um dos dois tem fundamento, base. São tratados de forma tão rasa que passa a sensação de preguiça. A religião é para colocar gárgulas e demônios na história e a ciência é só para ressuscitar. A cidade parecer morta, deserta, é como se tivessem feito o filme em Chernobil, quase não tem pessoas, ninguém vê, ouve e fala nada, que não aparecem nem mesmo quando um prédio inteiro é destruído.
Agora falando dos personagens, devo dizer apenas uma coisa: burros. Em pontos de explicação da história, nem mesmo a Leonore que tem uma conexão direta com os arcanjos e etc, conseguiu raciocinar uma coisa tão simple que deveria ser quase uma obrigação dela saber. Além disso, a cientista Terra que faria um certo par romântico com o Franken Adam acredita nas coisas tão facilmente que chega ser revoltante, ok ela viu as criaturas pessoalmente, mas ainda assim é esquisito. Ah, quanto ao envolvimento amoroso, eu tento de todas as formas entender como isso aconteceu, porque sinceramente a única coisa que Adam foi usa-la. E por último a morte de um anjo que foi totalmente estúpida, que eu nem sei como explicar como aquilo me revoltou.
Os efeitos especiais não são tão bons, e tudo é excessivamente escuro
O filme tentou seguir a moda de recriar/continuar histórias clássicas e dar uma pitada de terror e clima dark, mas esse filme foi uma falha, e digo mais é tão diferente e mal reconstruído que devemos nem mesmo lembrar que isso foi uma adaptação da história. O filme até dá pra ver mas não recomendaria a ninguém, tem erros que destroem até os personagens mais bem construídos, não tem força para ser do gênero de terror e etc. Pelo menos meu irmão gostou, então há quem goste.
Título: Frankenstein - Entre Anjos e Demônios | Gênero: Ação, terror | Ano: 2014 | Duração: 1h33m
Nota: 1/5

quarta-feira, 5 de março de 2014

Resenha: Diário de Um Banana - A Gota D'Água


Sinopse: Greg não toma jeito mesmo. E a cada dia se envolve em mais confusão. O difícil é fazer seu pai engolir esse "talento" de Greg para se meter em situações embaraçosas. Ele já está por aqui com o garoto. E para botar algum juízo na cabeça dele, Frank Heffley tenta de tudo um pouco. É claro que Greg sempre encontra uma maneira de estragar tudo. Até que seu pai faz uma grande ameaça e as coisas mudam de figura. Qual será a gota d´água que vai fazer a paciência de Frank transbordar de vez?
O livro parece bem pequeno e sem muita importância sendo bem sincero, por isso vou dar o aviso: essa resenha vai ser pequena.
Nesse livro Greg entra em inúmeras confusões e parte delas acontecem porque ele está tentando causar nenhum problema. Como Greg sempre apronta, seu pai o ameça com uma coisa que até eu fiquei assustado, e assim começa uma jornada para provar que ele não é apenas um encrenqueiro. No meio de toda essa história, vem alguns momentos engraçados como o Manny falando "plupe", que apesar de ser extremamente bobo conseguiu trazer algumas risadas.
A única personagem nova que teve uma boa participação foi Holly Hills, e ela e Greg mal se falam durante todo o livro, o que é uma pena porque havia a possibilidade dela ser melhor aproveitada.
Mesmo tendo um monte de acontecimentos durante todo o livro ele foi bem morno, tanto que poderia até pegar as melhores piadas e combinar com o quarto livro, como foi feito com o filme. Mesmo assim vale a pena ser lido.
Título: Diário de um Banana - A Gota D'Água | Autor: Jeff Kinney | Editora: V&R | Páginas: 218
Nota: 3/5

terça-feira, 4 de março de 2014

Resenha: Flash - Ponto de Ignição


SinopseBarry Allen, o herói Flash, nunca conseguiu esquecer o dia em que sua mãe foi vítima de um horrendo crime e faleceu. Determinado a mudar a sua história, ele quebra as barreiras do tempo com sua hipervelocidade e volta no tempo, para impedir que a tragédia aconteça. No entanto, mexer com a linha temporal traz sérias consequências para o presente. Por conta da sua volta, o mundo é devastado por uma grande guerra entre as amazonas da Mulher-Maravilha e o exército de Atlantis, liderados por Aquaman. Junto com o Batman dessa nova realidade, mais violento e destemido, e a ajuda do Cyborg, ele tenta restaurar o fluxo temporal e impedir que esse mundo alternativo se concretize. 
A DC sempre faz animações incríveis e Flash - Ponto de Ignição não foge da tradição (rimou :D). 
A história não é nada leve e traz visões interessantes do que poderia acontecer com uma simples alteração na história de Flash. O mundo está um caos, passando por uma terceira guerra mundial que a Liga da Justiça não pode lidar até porque não existe. Flash entra nesse universo sem seus poderes, o deixando incapaz de fazer alguma coisa. Procurando entender o que estava acontecendo ele vai atrás de Batman, que de longe se tornou o melhor personagem da animação. Os personagens estão diferentes e violentos, ganhando novos aspectos e origens. Os heróis viraram vilões, os vilões viraram heróis e estão em uma combinação improvável, lutando entre si o tempo todo. O Batman está badass, cruel. O trauma de sua vida me deixa em dúvida, não sei dizer que Batman teve um sofrimento maior. A animação não poupou NINGUÉM, se tinha que morrer, morreu. Se tinha que sofrer, sofreu. Se tinha que perder o braço, perdeu. Não é o tipo de filme que você deve chamar uma criança para ver, porque a violência é bem explicita.
O único ponto que não gostei é que o traço dos personagens (principalmente os masculinos) está bem forçado e exagerado, além de ficarem um pouco genéricos, sério, bem ruim.  Tirando isso posso dizer que é uma das minhas animações favoritas.
Título original: Justice League Flashpoint Paradox | Gênero: Animação, Ação | Ano: 2013 | Duração: 75min
Nota: 4,5/5



segunda-feira, 3 de março de 2014

5 Melhores momentos do Oscar 2014


Ontem assisti o Oscar 2014 e posso dizer que foi uma noite extremamente divertida. Pesando nisso foi listar os 5 melhores momentos, com direito a gifs, fotos e vídeos.


  • Jennifer Lawrence caindo: Caiu de novo só que agora no Red Carpet. Definitivamente não existe mais Oscar sem ela.

  • O monólogo de Ellen Degeneres: A apresentação dela durante toda a noite foi impecável e esse começo foi super engraçado. Sobrou até para a Jennifer que foi vítima sobre inúmeras piadas sobre suas quedas.

  • Pharrell Williams cantando Happy: Uma apresentação super divertida com uma música muito divertida. Lupita  dançou
Merly Streep também
Amy Adams se jogou
  • Susto da Sandra Bullock e Leonardo DiCaprio: Sandra linda até na hora do susto 
  • Selfie com celebridades: Um momento memorável, principalmente porque quebrou o record de retweets 
E esse os meus momentos favoritos, tiveram vários outros que eu também gostei como a apresentação da Idina Menzel só que eu fiquei um pouco decepcionado. Além da homenagem aos mortos desse ano que foi um momento emocionante porém não posso dizer que é um dos melhores, por um motivo óbvio. Se você quiser ver mais desses momentos é só acessar o Papel Pop que fez um resumão dos acontecimentos.

    domingo, 2 de março de 2014

    Aprendendo inglês no carnaval

    Não sou muito fã do carnaval, para ser sincero não sou muito fã do verão em si, apesar de amar férias, feriados e etc. É que eu vivo no litoral e muita gente vem para minha cidade passar o verão. O que faz os meus momentos de descanso se basearem em quase todo o tipo de música que não gosto, e olha que é meio difícil fazer isso porque eu consigo ouvir qualquer estilo.
    Então nesse final de semana resolvi voltar a praticar inglês, porque estava ficando um pouco de saudades desse hábito. Quando eu fiquei meio vidrado no Canadá eu praticava MUITO, mas depois comecei a fazer curso e fui ficando cada vez mais desanimado. Isso deixou meu inglês um pouco enferrujado, então agora quero estudar mais, até porque eu aprendo bem mais assim do que quando estou no curso.
    Voltei a ler meu livro de inglês básico, para lembrar um pouco da base (nossa, que surpresa), que como dá para perceber na foto, está um pouco surradinho.
    Vou deixar aqui o nome de alguns sites que estou usando para praticar:
    1. Duolingo
    2. Engvid
    3. Inglês na ponta da língua
    E vocês? O que estão fazendo nesse carnaval?

    sábado, 1 de março de 2014

    Lista: 5 filmes que estou ansioso para ver esse ano

    Esse ano estou com uma maior animação para ver filmes, já que finalmente chegou um cinema na minha cidade (interior é complicado). Com esse estímulo vou colocar aqui 5 filmes que pretendo ver esse ano.
    1. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido: Eu gosto muito de X-Men e esse filme com certeza é o que estou mais ansioso para ver, apesar de estar com um certo medo de ficar decepcionado.
    2. Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1: Se antes eu desdenhava um pouco a saga, hoje estou completamente ansioso pelo novo filme. Os livros estão entre meus objetivos de leitura para este ano, o final do segundo filme já mostra que esses 2 últimos filmes da saga vão ser fantásticos. Além de eu estar ficando cada vez mais fã da Jennifer Lawrence.
    3. Malévola: Outro filme que tenho muito medo de me decepcionar e sinceramente estou achando que vai acontecer. Apesar de tudo isso, quero muito ver Angelina Jolie como a uma das vilãs mais legais dos clássicos da Disney

    4. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro: Estou curtindo bastante essa saga do Homem Aranha, que tem o melhor uniforme entre os super heróis.

    5. Godzilla: O remake me empolgou muito quando vi o trailer. As proporções da criatura nesse filme estão fantásticas e que tenho uma grande esperança a qualidade do filme.